PANGEA CAPITAL

contato@pangeacapital.com.br

+ 55 11 2307.0018

Rua Cônego Eugênio Leite, 933, Cj. 131

Pinheiros | São Paulo | SP | CEP 05414-012

  • Pangea

BE WATER MY FRIEND!

Nº27



30 DE JUNHO, 2015


“Esvazie sua mente. Seja amorfo, sem forma como a água. Se você coloca água em um copo, ela se torna um copo. Se você a coloca em uma garrafa, ela se torna uma garrafa. Se você a coloca em uma chaleira, ela se torna uma chaleira. A água pode fluir, mas também destruir. Seja água meu amigo.”


Bruce Lee foi um grande porta voz das sabedorias das artes marciais, passadas de geração em geração há séculos. O trecho acima foi retirado de uma famosa entrevista, no qual ele explora a importância da nossa adaptabilidade utilizando a água como analogia, veja o trecho da entrevista:


O ensinamento de Lee não poderia ser mais atual. Vivemos em um mundo em constante mudança, mudanças tão grandes e rápidas que experimentamos a impermanência em nossas vidas pessoais e profissionais. Tentar conter esse fluxo na busca de uma segurança ilusória causa apenas ansiedade no contexto individual e perda de mercado no contexto empresarial.


São por estes motivos que uma das habilidades mais valorizadas hoje no mercado de trabalho é a capacidade de avaliar os cenários de mudanças e propor melhores soluções. Quando consideramos uma conjuntura de crise, os colaboradores de uma organização precisam estar ainda mais preparados para inovar e, assim, se adaptar.  Para que esse capital humano chegue a tal nível de maturidade profissional, não há outro caminho senão a educação.


O processo de educação pode ser institucional, mas a aprendizagem, no entanto, é individual e transcende a organização. Como disse Piaget “a vida é um constante ato de aprendizagem”.


Velocidade, interatividade e mudança definem cada vez mais as relações institucionais e interpessoais contemporâneas. Como estar à altura desse dinamismo e adequar à velocidade de resposta dos processos organizacionais às demandas do mercado? Como aprender novas formas de trabalhar e gerar resultados mais eficazes? Esse é o principal papel da Educação Corporativa: desenvolver competências de aprendizagem organizacionais e pessoais (profissionais) essenciais para a competitividade dos negócios (veja mais no box abaixo). Mas quais seriam tais competências?



As competências organizacionais de aprendizagem podem ser agrupadas em três:


  • Competências relacionadas à cultura organizacional - relacionadas à missão, visão e valores, buscam engajar o colaborador nos “por quês” da instituição;

  • Competências ligadas aos indicadores de performance - tratam dos objetivos estratégicos e buscam engajar o colaborador nos “o quês” da instituição;

  • Competências relacionadas aos processos internos – relacionados à gestão da instituição, têm como objetivo capacitar o colaborador nos “comos” da instituição.


Um dos maiores problemas enfrentados na implantação de práticas mais sustentáveis, novos modelos de negócio e ações de responsabilidade social e ambiental, esbarra no engajamento dos gestores. De um lado a alta gestão cobra “devemos ser mais sustentáveis”, do outro lado, colaboradores engajados pedindo “mais ações de voluntariado e responsabilidade”, enquanto que na ponta final consumidores cada vez mais exigentes esperando das empresas as soluções para um novo modelo de desenvolvimento capaz de enfrentar os desafios sociais e ambientais. No meio desse turbilhão, os gestores, que cobrados diariamente por metas e resultados, não vencem a pressão e nem dão conta de administrar transformações tão dinâmicas e profundas.


Qual seria então o caminho necessário para esse enfrentamento? Engajar é a palavra. Mais do que isso, propiciar ferramentas para que, durante todo o processo de gestão, este gerente esteja municiado de conhecimento e instrumentos úteis e práticos para conduzir de forma mais eficiente o conhecimento e cultura organizacional, necessários para atingir o objetivo junto ao consumidor final.


A Pangea Capital concorda com Bruce Lee, seja água e esteja preparado para um cenário no qual a única constante é a mudança, invista no capital humano da sua organização e torne-a resiliente à impermanência do mundo atual.


Roberto Strumpf, sócio-diretor da Pangea Capital


A Pangea Capital tem desenvolvido workshops técnicos e comportamentais que se adéquam as reais necessidades empresariais, sem perder o foco na estratégia e no empoderamento, por meio do conhecimento de gestores e colaboradores capazes de serem a mudança que o mundo espera.

2 visualizações