Pangea
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Pangea

O Que

PAN (todo) GEA (terra) é o nome do continente único que existiu na Terra há aproximadamente 300 milhões de anos e deu
origem aos continentes modernos. Hoje vivemos em um novo conceito de Pangea, geograficamente separados, porém
conectados pelas redes sociais, economia globalizada e desafios ambientais de proporções planetárias.

CAPITAL é qualquer forma de riqueza, conhecimento, habilidade ou recurso que contribui para a geração de bem estar. O
equilíbrio deste sistema interconectado representado pela Pangea depende da real valoração destes capitais, sejam eles
financeiros, manufaturados, humanos, sociais, naturais ou intelectuais. Este é o caminho para um bem estar sustentável.

NOSSA RAZÃO DE SER É PROMOVER O BEM ESTAR PERENE ATRAVÉS DO EQUILÍBRIO ENTRE OS CAPITAIS:

  • Reflete o poder de produtividade e o valor dos outros quatro capitais e abrange os bens de uma organização que existem em uma forma de moeda (títulos, obrigações, certificados e outros papéis negociáveis e rapidamente conversíveis em dinheiro ) que pode ser da própria organização ou trocada ou negociada.

  • Representa o potencial de máquinas, ferramentas e edifícios serem utilizados na produção de bens e serviços. Este tipo de capital, por sua vez, surge da interação da capital natural, humano, etc.

    Contexto organizacional: são os bens materiais e infraestrutura arrendada, controlada ou da própria organização que não são transformados em output.

  • Incorpora saúde, conhecimento, habilidades, intelecto, motivação e capacidade de se relacionar de cada individuo. Está ligado a capacidades técnicas e cognitivas.

    Contexto organizacional: inclui os elementos necessários para que os colaboradores tenham uma atividade eficiente, proporcionando qualidade de vida e condições dignas de trabalho.

  • Representa o potencial de um grupo de indivíduos construir e manter redes sociais de maneira com que essa organização e intercâmbio gere melhorias no bem-estar social.

    Contexto organizacional: é qualquer valor agregado à uma organização pelas relações humanas, sociedades (parcerias) e cooperações.

  • Representa a somatória de todos os benefícios que os ecossistemas equilibrados fornecem ao homem, dos mais tangíveis como água potável, alimento e madeira aos mais abstratos como o valor espiritual e cultural. Estes benefícios, ou serviços ecossistêmicos, são fruto de um maquinário extremamente complexo cujas peças são os diversos genes e espécies encontradas em nosso Planeta, ou seja, a biodiversidade.

    Contexto organizacional: recursos naturais (energia + matéria) e processos necessários para uma organização produzir seus produtos e entregar seus serviços.

  • É o património de conhecimento, criatividade e inteligência de uma organização no âmbito da busca dos seus objetivos.

  • 1.A Pangea
  • 2.Razão de Ser

Porque

Estamos consumindo o equivalente a
1,5 Planetas terra por ano

Estas são conclusões tiradas de um estudo baseado na metodologia de Pegada Ecológica (Global Footprint Network, 2011), que analisa uma grande variedade de serviços ecossistêmicos e os traduz em área necessária da superfície do Planeta para sustentá-los.

Limites do Capital Natural

Saiba mais clique aqui

Numero de Planetas
Ano
Fonte: WWF, 2010. Relatório Planeta Vivo
Biocapacidade MundialCapacidade do Planeta para a produção de recursos biológicos (renováveis ou fósseis) e absorção de resíduos gerados pelo homem.
  • Representa a extensão de áreas cobertas por infraestrutura humana, inclusive transportes, habitação, estruturas industriais e reservatórios para a geração de energia hidrelétrica.
  • Representa a extensão de áreas de cultivo usadas para a produção de alimentos e fibras para consumo humano, bem como para a produção de ração para o gado, oleaginosas e borracha.
  • Calculada a partir da estimativa de produção primária necessária para sustentar os peixes e mariscos capturados, com base em dados de captura relativos a espécies marinhas e de água doce.
  • Representa a extensão de áreas florestais necessárias para o fornecimento de produtos madeireiros, celulose e lenha.
  • Representa a extensão de áreas de pastagem utilizadas para a criação de gado de corte e leiteiro e para a produção de couro e produtos de lã.
  • Representa a extensão de áreas florestais necessária para sequestrar emissões de CO2 derivadas da queima de combustíveis fósseis, excluindo-se a parcela absorvida pelos oceanos que provoca a acidificação.

Este gráfico apresenta os resultados de um estudo baseado na metodologia de Pegada Ecológica (Global Footprint Network, 2011), que analisa uma grande variedade de serviços ecossistêmicos e os traduz em área necessária da superfície do Planeta para sustentá-los. Segundo este estudo, emissões de GEE (Gases de Efeito Estufa) são a principal causa da tendência do Planeta para um eventual colapso ecológico (55% da pegada ecológica global).

O que o gráfico ilustra, resumidamente, é que hoje consumimos mais recursos naturais do que o Planeta consegue repor e que, portanto, estamos caminhando rapidamente para um futuro com escassez de recursos e abundância de resíduos, com impactos enormes para a
economia global e qualidade de vida.

A extrapolação dos limites físicos do Planeta terá consequências sérias para a qualidade de vida da população. O reconhecimento destes
limites norteará políticas públicas, assim como decisões de investidores e consumidores que
impulsionarão a busca por:

Transparência;Eficiência energética e no uso de recursos; Inovação no modelo de negócios e parcerias; Uso de energias e matérias primas renováveis.

As organizações preparadas para lidar com estas novas pressões de stakeholders serão mais resilientes, garantindo sua permanência
no longo prazo.

Como

O Caminho Proposto

Nossa proposta de trabalho se baseia na metodologia da Espiral Cônica, desenvolvida a partir de diretrizes e instrumentos de mercado considerados benchmark em sustentabilidade, e que propõem um modelo cíclico de evolução contínua para a gestão organizacional.

O ciclo têm inicio em um  Diagnóstico (Mensuração) , cujos resultados são a base para o Plano de Ação que visa mudanças internas e na cadeia de valor, assim como a identificação de parcerias visando um impacto positivo (Gestão) , em seguida passa pelo acompanhamento dos resultados do Plano de Ação (Monitoramento) , e culmina no reporte coerente e transparente dos  resultados obtidos (Comunicação) .

Nível IV - Mudança de práticas na cadeia

Engajamento, capacitação técnica e critérios de compra visando a disseminação de valores e práticas

  • Elaboração de diagnóstico de gestão da sustentabilidade da organização
  • Análises setoriais, de benchmarks e pares do mercado
  • Revisão de políticas, estratégias e processos existentes
  • Elaboração de diagnóstico de gestão da sustentabilidade da organização
  • Análises setoriais, de benchmarks e pares do mercado
  • Revisão de políticas, estratégias e processos existentes

Nível V - Impactos em rede

Articulação para influenciar e viabilizar mudanças sistêmicas

  • Acompanhamento do desenvolvimento de políticas públicas relacionadas a sustentabilidade no setor
  • Participação em Fóruns permanentes sobre Sustentabilidade
  • Estabelecimento de parcerias com sociedade civil, academia, ONGs, governos, etc.

Nível IV - Mudança de práticas na cadeia

Engajamento, capacitação técnica e critérios de compra visando a disseminação de valores e práticas

  • Implementação de processo de diálogo, engajamento e/ou capacitação de fornecedores, clientes e demais elos da cadeia
  • Criação de critérios de compras e contratações com base em princípios de sustentabilidade
  • Estabelecimento de metas de gestão e processos de monitoramento da cadeia de fornecedores

Nível III - Mudança de práticas internas

Implementação de oportunidades de inovação e melhoria de
performance

  • Engajamento e/ou capacitação de colaboradores
  • Estabelecimento da governança dentro da organização
  • Análise para implementação de metas de colaboradores atreladas a desempenho em sustentabilidade
  • Auxílio técnico para a implementação de mudanças operacionais internas
  • Monitoramento das práticas de sustentabilidade
  • Comunicação interna e externa do plano de ação

Nível II - Planejando a ação

Desenvolvimento de um plano estratégico visando a resiliência e geração de valor no longo prazo

  • Construção do business case para buscar apoio da alta diretoria
  • Formulação de visão, missão, princípios, objetivos e política de sustentabilidade
  • Identificação de temas materiais
  • Estabelecimento de indicadores e metas, de curto, médio e longo prazo
  • Identificação e elaboração de plano de engajamento de stakeholders

Nível I - Estabelecendo as bases

Preparação da empresa para a implementação de uma nova gestão

  • Elaboração de diagnóstico de gestão da sustentabilidade da organização
  • Análises setoriais, de benchmarks e pares do mercado
  • Revisão de políticas, estratégias e processos existentes
  • Área de impacto na organização
  • Redução de custos operacionais
  • Antecipação e gestão de riscos
  • Engajamento e gestão de relações com stakeholders
  • Maior eficiência na produção
  • Recrutamento e retenção de colaboradores
  • Acesso a financiamentos especiais
  • Diferenciação de mercado e vendas
  • Reputação e marca

Geração de Valor

Reputação
Lucros, fluxo de caixa
Preço das ações
Dividendos

produtos

  • • Contabilização das emissões de GEE das operações anuais de uma organização ou de eventos.

    • Contabilização das emissões de GEE municipais e estaduais.

    • Contabilização das emissões de GEE do ciclo de vida de um produto, passando desde a extração de matéria-prima até o descarte final.

    Metodologias utilizadas: GHG Protocol Corporate Standard, Especificações do Programa Brasileiro GHG Protocol, ISO 14064-1, Corporate Value Chain (Scope 3) Accounting and Reporting Standard, Global Protocol for Community-scale Greenhouse Gas Emissions (GPC), 2006 IPCC Guidelines for National Greenhouse Gas Inventories e Product Life Cycle Accounting and Reporting Standard do GHG Protocol e PAS 2050.

  • • Contabilização e valoração das externalidades positivas e negativas com o objetivo de capturar os valores econômicos associados aos  serviços oferecidos pelos ecossistemas (Exemplos: quantidade e qualidade de água, polinização de cultivos agrícolas, manutenção e fertilização dos solos, etc) .

    • Metodologias utilizadas: Corporate Ecosystem Valuation (CEV), Corporate Ecosystem Services Review (ESR),  WBCSD Water Tool e The Global Water Footprint Standard.

    • Contabilização e valoração das externalidades positivas e negativas com o objetivo de capturar os valores econômicos associados aos  serviços oferecidos pelos ecossistemas (Exemplos: quantidade e qualidade de água, polinização de cultivos agrícolas, manutenção e fertilização dos solos, etc) .

    Metodologias utilizadas: Corporate Ecosystem Valuation (CEV), Corporate Ecosystem Services Review (ESR,  WBCSD Water Tool e The Global Water Footprint Standard.

  • • Apoio em processos de certificação ambiental de operações e produtos e na identificação e mensuração de indicadores relacionados à avaliações de desempenho ambiental.

  • • Conheça projetos relacionados à Mensuração e Valoração em nosso portfólio.

  • • Elaboração de um plano estratégico visando a identificação de gaps e prioridades de ações para a internalização da sustentabilidade nas decisões e processos da organização. Esse trabalho passa por uma análise de benchmarks e pares setoriais, mapeamento de riscos e oportunidades, definição de metas, objetivos e indicadores, e por fim, elaboração de um Plano de Ação.

  • • Conheça projetos relacionados à Gestão em nosso portfólio.

  • •  Elaboração de conteúdo e implementação de palestras, workshops e treinamentos com foco na internalização e disseminação de questões relacionadas às mudanças climáticas, serviços ecossitêmicos, certificações e indicadores ambientais, entre outros.

    •  Clique aqui para saber mais sobre a Trilha da Transformação - workshops estratégicos, técnicos e comportamentais que têm o intuito de engajar e capacitar todos os níveis da empresa.

  • • Pesquisa e desenvolvimento de ferramentas para a gestão pública e privada com foco na geração de valor sustentável.

  • • Conheça projetos relacionados à Conhecimento em nosso portfólio.

Portfolio

Volutpat Proin

Período:Meio de 2012 até Novembro de 2012

Descrição:Desenvolvimento de estratégia e plano de ação do Grupo frente aos desafios impostos pelas mudanças climáticas, direcionando a empresa rumo à economia de baixo carbono. A partir do diagnóstico do seu impacto climático, foram criados os compromissos climáticos públicos, assim como a estratégia de comunicação e implementação dos mesmos.

Stakeholders

  • Roberto Strumpf Bacharel em Biologia pela USP em 2004, Master em Ciências Ambientais pela University of Sydney em 2008 com foco em energia e mudanças climáticas. Diretor de Meio Ambiente da OSCIP Iniciativa Verde por 2 anos (2006 e 2007). Foi Coordenador de Projetos no GVces/FGV de 2009 a 2011, onde esteve a frente de projetos relacionados à gestão empresarial das mudanças climáticas e serviços ecossistêmicos. Coordenou a dimensão climática do ISE da BM&F Bovespa em 2012 e o desenvolvimento da metodologia do ICO2. É treinador certificado e consultor do World Resources Institute na metodologia GHG Protocol.
  • Eduardo Strumpf Bacharel em administração de empresas pela Fundação Getúlio Vargas. CFO do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia ( 2009-2012). 30 anos de experiência em liderança de organizações em situações de desafio. Orientado a resultados em reestruturação de organizações através da motivação de colaboradores e incremento de performance visando excelência em critérios de sustentabilidade.
  • Natalia Kurimori Graduada em Engenharia Química pela Escola Politécnica da USP, com foco em análise de ciclo de vida do metanol, insumo utilizado na produção do biodiesel no Brasil. Possui experiência na ONG Iniciativa Verde, na elaboração de inventários de emissões de GEE, e no Hospital Nove de Julho, tendo atuado na área de Sistema de Gestão Ambiental. Possui conhecimento técnico na metodologia GHG Protocol e em instrumentos de mercado como ISE BM&FBOVESPA, ICO2 - Índice Carbono Eficiente e CDP – Carbon Disclosure Project, além de domínio da legislação pertinente.
  • Ligia Carvalho Bacharel e licenciada em Biologia pela UNESP/Botucatu e com MBA em Gestão do Ambiente e Sustentabilidade pela FGV. Possui experiência com projetos de resíduos sólidos e compostagem doméstica, e a partir de 2011, atuou na elaboração de e-learnings em Sustentabilidade; consultoria GRI (Global Reporting Initiative), com a realização de oficinas de engajamento e de indicadores, análise, consolidação e acompanhamento de processos para elaboração de relatórios anuais e de sustentabilidade para diversos setores (Votorantim Industrial, Embraer, Unilever, Grupo Positivo, HSBC, Previ, Sicredi, inpEV); consultoria em ISE BOVESPA e participação em processos de materialidade e priorização de temas.
  • Alessandro Patrocínio Moraes Bacharel e licenciado em Biologia pela PUC/SP, e graduando em Administração de empresas pela mesma instituição. Possui experiência na gestão de projetos no terceiro setor, com atuação nas áreas de restauração florestal e carbono florestal, no projeto Corredor Monte Pascoal – Pau Brasil do Instituto BioAtlântica; experiência da administração de empresas, com foco no mapeamento e estruturação de processos visando a saúde financeira da instituição.
  • Luiz Guilherme Notolini Maciel Atualmente cursando o último ano de Economia pelo Insper, também estudou negócios na Maastricht University. Academicamente focado na avaliação de políticas de desenvolvimento através de uma ótica comportamentalista. Possui experiência em representação de interesses pautados em políticas públicas, adquirida em empresa sediada em Londres/Nova York.

...é uma consultoria focada em auxiliar gestores a internalizar uma visão sistêmica e de longo prazo em seus processos decisórios, agregando com isso resiliência e diferenciação nos negócios em um cenário de baixo carbono e escassez de recursos.

  • André Chiratti Gerente de projetos em conhecimento e consultor de comunicação para a sustentabilidade e inovação. Jornalista especializado em comunicação corporativa, desenvolvimento de causa de marca, confecção de relatórios de sustentabilidade (GRI) e responsabilidade socioambiental, gestão e planejamento de programas e projetos de comunicação socioambiental e relacionamento com comunidade, gestão e produção executiva de eventos em sustentabilidade e culturais e gestão de conteúdo digital.
  • Carina Dolabella Advogada especialista em sustentabilidade e engajamento de stakeholders análise de controles internos, gestão de riscos e boas práticas de governança corporativa. Atua com a estruturação e análise de indicadores de sustentabilidade e na auditoria de conformidade legal.Como auditora líder ambiental, presta consultoria e auditoria para Sistemas de Gestão Integrado (ISO 9001, ISO 14001, ISO 13485, SA 8000, OHSAS 18001), gestão de canais de relacionamentos relacionados à promoção da ética, direitos humanos, responsabilidade social e combate à corrupção.
  • Christianne Maroun Trabalha há 23 anos na área ambiental, tendo se especializado em mudanças climáticas e sustentabilidade nos últimos 12 anos. Ela é Química Industrial, com Mestrado em Química Ambiental e Doutorado em Planejamento Energético e Ambiental na Coppe/UFRJ. É professora da Engenharia Ambiental da PUC-Rio e do MBA de Gestão Ambiental eSustentabilidade da FGV em várias regiões do Brasil. Ela também atua como consultora independente em mudanças climáticas e sustentabilidade.
  • Denise Redoschi Graduada em Administração de Empresas pela FAAP (1983). Pós-Graduada em Gestão Estratégica Socioambiental – FIA/ USP (2012) com Menção Honrosa - Tema: Análise do Processo de Liberação de Crédito para Projetos no Agronegócio com foco em Práticas Sustentáveis e do Papel dos Integradores Rurais. Atividades:

    - Diretora Executiva da Treze Til Empr. Part. Agropecuária Ltda.: Produção de Soja e Pecuária de Corte.
    - Sócia – Diretora da KRYA Consultoria para Desenvolvimento Sustentável Ltda: Consultoria especializada em Mecanismos de Crédito Sustentáveis e Sustentabilidade no Agronegócio.
  • Fabricio de Campos Bacharel em Engenharia Agronômica pela Universidade Federal de São Carlos (2003), Especialização em MDL, Universidade Federal do Paraná (2009), Ecological Footprint Science Training pela Global Footprint Network em Siena – Itália (2010), Water Footprint Course pela Water Footprint Network (2011). Possui experiência em adaptação às mudanças climáticas, gerenciamento de recursos ecológicos e hídricos em cidades e regiões no Brasil e na América do Sul. Autor de estudos Pegada Ecológica e planos de ação para três cidades e dois estados no Brasil.
  • ILAN KRUGLIANSKAS Mestre em Ciência Ambiental pelo PROCAM/USP e Agrônomo pela ESALQ/USP, trabalha junto a ONGs, empresas, setor rural, financeiro, governos e organizações multilaterais. Liderou equipes multidisciplinares naimplantação de estratégias socioambientais e certificação em sustentabilidade. Desenvolveu políticas e padrõesde agricultura de baixo carbono e facilitou processos multistakeholders. Especialista em criatividade, morou 8 anos na Inglaterra como gerente de projetos da consultoria Proforest e como autônomo. Foi coordenador do Programa Agricultura e Meio Ambiente do WWF-Brasil de 2004 a 2007.
  • Juliana Feitosa Formada em Publicidade e Marketing pelo Mackenzie, em Business pela Shafston College na Australia, MBA em Marketing e Inovação pelo BI International. Atuo na área de marketing de serviços e coordenou diversos projetos na área de inovação para a educação corporativa. Consultora e Facilitadora nas áreas de criatividade & inovação, empreendedorismo, modelagem de negócios e design thinking. Já desenvolveu e atuou em projetos e treinamentos para empresas como: Ambev, Light, Vale, Neoenergia, BRmalls, Fiat, Riachuelo, Etna, Vivara, FALCONI, Reckitt Benckiser, Mackenzie, entre outras.
  • Laura Valente de Macedo Graduada em arquitetura e urbanismo pelo Mackenzie (SP), tem mestrados em ciência e gestão ambiental pela USP e pela Universidade de Oxford; atualmente é doutoranda em ciência ambiental (USP). É consultora em politicas e gestão para sustentabilidade desde 1990 e, desde 2012, assessora o WRI em mobilidade, mudanças climáticas e cidades sustentáveis. Foi presidente do Conselho do Greenpeace Brasil (2013-2014); diretora de Consumo Sustentável no MMA (2011) e diretora para América Latina do ICLEI-Governos Locais pela Sustentabilidade (2002-2011).
  • Rachel R. de Souza Bacharel em economia pela UFRJ em 2004. Mestre (2006) e Doutora (2011) em Planejamento Energ ético, pelo Programa de Planejamento Energético (PPE) da COPPE/UFRJ. Raquel é especialista em energia e mudança do clima com nove anos de experiência, com passagem pelo setor acadêmico, privado e terceiro setor, desenvolvendo projetos de biocombustíveis, petróleo e gás, mudança do clima e de transportes.
  • Ricardo Rettmann Mestre em Desenvolvimento Sustentável pela Universidade de Brasília (UnB) e bacharel em Gestão Ambiental pela Universidade de São Paulo (USP – ESALQ). Tem experiência com desenvolvimento local na Amazônia, tendo trabalhado na Terra Indígena Alto Rio Negro, pelo Instituto Socioambiental (ISA) e atuado em projetos como pesquisador do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM). Atuou com gestão de resíduos sólidos pela Cooperativa de Serviços Ambientais Ecooideia, em Brasília. Atualmente trabalha como Analista de Sustentabilidade Sênior do Comitê Rio 2016.
  • Sávio Mourão Henrique Bacharel em Ciências Biológicas pela USP em 2002, possui 14 anos de experiência naelaboração de planos, programas e projetos ambientais. É Coordenador de Projetos pela COBRAPE desde 2005. Especialista em planejamento regional, metropolitano e municipal de recursos hídricos e resíduos sólidos, abastecimento, esgotamento e planejamento territorial, diagnósticos ambientais e socioeconômicos, projeções e modelagens, tecnologias de tratamento e disposição de resíduos sólidos urbanos e industriais, planos de saneamento básico, risco ambiental, EIA/RIMAs e de manejo de UCs.
  • Susian Christian Martins Formada em Engenharia Agronômica pela UFSCar; Mestrado e Doutorado pela USP. Atuou como pesquisadora na Embrapa Informática Agropecuária, Cepagri/Unicamp e no Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getulio Vargas. Membro do Painel Brasileiro de Mudanças Climáticas e Pesquisadora do Observatório ABC. Atualmente também atua como consultora agroambiental, principalmente, nos seguintes temas: mudança no uso da terra e gestão de uso da terra; adaptação e mitigação às mudanças climáticas; agropecuária e economia verde; agricultura de baixo carbono; paisagens agrícolas sustentáveis.

“Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações.”
(Art.225, Constituição Federal de 1988)

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